Benedito Morais de Carvalho(Benê)
NÃO SOU POETA, SOU UM ARRUMADOR DE PALAVRAS.
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Textos

POEMINHA AO ZÉ GERALDO

 

Na beira da estrada, com o vento no rosto,

Zé canta verdades sem nenhum encosto.

Com "Cidadão" na garganta e o peito aberto

mostra que o preconceito ainda está por perto.

 

"Meiga Senhorita" dança com o luar.

enquanto "O Profeta" insiste em alertar.

"Milho aos Pombos" metáfora certeira,

pra quem joga esperança na lixeira.

 

"Como Diria Dylan", ele desafia o sistema,

com versos que cortam feito poema.

"Galho Seco" resiste à ventania,

"Aprendendo a Viver" é sua filosofia

 

"Maria Bonita" dançou com o vento,

e "Negro Amor" chorou seu lamento.

"Olhos de Jardineiro" regaram esperança.

na "Estrada" da vida, ele nunca se cansa.

 

Zé, violeiro de alma e de chão,

seu canto é semente, é fogo, é paixão.

Com "Talismã" no bolso e "Reciclagem" na mente,

segue cantando - livre, forte e presente.

 

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

 

Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Enviado por Benedito Morais de Carvalho (Benê) em 10/09/2025
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