RUA DIREITA, ONTEM E HOJE
Nos idos anos setenta,
era o centro a pulsar,
da Sé almas em penca
até o Viaduto do Chá.
Tudo ali tinha presença,
feito teatro popular.
Muitas lojas, muita gente,
tinha pressa e coração,
a alegria estava presente
em cada aglomeração.
Era o tempo da esperança,
era a rua de pura conexão.
Hoje a rua silencia,
o século XXI é mais frio,
foi-se embora a alegria,
ficou o vago no vazio.
Quem viveu sua história,
viveu um tempo sadio.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)