Benedito Morais de Carvalho(Benê)
NÃO SOU POETA, SOU UM ARRUMADOR DE PALAVRAS.
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O POTE DE OURO DE TOLO

 

Por fora, o pote era ouro e luz,

Prometia fortuna, glória e poder.

Mas quem nele toca, logo conduz

A mão à lama, ao fétido sofrer.

O brilho engana, a alma se prepara,

Quem nele crê... quebra a cara.

 

Por dentro, o bojo é podridão calada,

Mentira moldada em forma de prêmio.

A esperança ali é armadilha armada,

Um jogo cruel, de falso engenho.

O pote sorri, mas sua luz é rara,

Quem nele crê... quebra a cara.

 

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

 

Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Enviado por Benedito Morais de Carvalho (Benê) em 18/11/2025
Alterado em 18/11/2025
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