TODO DIA É DIA DO RÁDIO
No sopro das ondas, Marconi ousou,
Em 1895 sua voz ecoou,
Um fio invisível cruzando o espaço,
O rádio nasceu, eterno abraço.
Vieram telas, cabos, a febre digital,
A TV reluzente, a Internet global,
Mas nenhum poder, nenhum legado,
Apaga a chama do rádio amado.
Imortal voz que insiste em soar,
Companheiro fiel, difícil calar,
Nem tempo, moda ou mundo veloz,
Silencia o eterno rádio entre nós.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)