Benedito Morais de Carvalho(Benê)
NÃO SOU POETA, SOU UM ARRUMADOR DE PALAVRAS.
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ENTRE O TRABALHO E O AMPARO

 

No campo fértil na nação,

cresce a dúvida em cada mão:

será melhor o pão do labor,

ou o auxilio breve do favor?

 

O emprego é chama que aquece,

dá dignidade, dá o que enriquece.

Ensina o ofício, abre horizontes,

faz erguer pontes, cria fontes.

 

O auxílio é braço que sustenta,

quando a vida dura enfrenta.

É rede que ampara na queda,

não constrói, apenas remeda.

 

Gerar trabalho é semear futuro,

é plantar raízes em solo seguro.

O auxílio é sombra passageira,

necessária, não a vida inteira.

 

Que seja o Estado um guia prudente,

a mão que ajuda, sem prender gente.

Pois mais salutar é o caminho aberto,

onde o esforço floresce, vivo e certo.

 

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

Obs.: Perco o amigo, mas não perco a poesia.

 

 

Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Enviado por Benedito Morais de Carvalho (Benê) em 12/01/2026
Alterado em 12/01/2026
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