ESTUPRADOR: MANIFESTO E REPULSA
Não é só no concreto da cidade,
a fera ronda vilas, campos, lares.
O estuprador é presença maldita,
um vírus que se espalha,
um silêncio que tenta se impor.
Na escola, na igreja, na esquina,
ele se esconde atrás de máscaras.
Covarde que caça vulneráveis,
não é homem, é besta fera,
não é desejo, é crime.
Não existe criminoso mais vil:
o estuprador é a aberração da humanidade,
um doente incurável.
Mas contra ele, ergue-se o grito:
palavra como arma,
denúncia como fogo.
Não há esconderijo, não há perdão.
Que sua sombra seja cinza,
que sua existência seja pó.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)