POEMA AO SOL
O sol rasga o horizonte,
não pede licença,
abre caminhos de fogo,
na pele da manhã.
Ele é motor invisível,
faz brotar o verde,
faz pulsar o sangue,
faz dançar o tempo.
E quando se deita,
deixa rastros de ouro,
memória ardente
do que sustenta a vida.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)