POEMA À LUA
No silêncio da noite,
a lua nova se esconde,
é promessa de luz futura,
um sopro de mistério no céu.
A crescente rasga o escuro,
um arco tímido, inquieto,
como se o mundo fosse nascente,
e o tempo, apenas começo.
Cheia, esplendor absoluto,
espelho de prata sobre o mar,
a lua inteira se derrama,
e o universo parece respirar.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)