Benedito Morais de Carvalho(Benê)
NÃO SOU POETA, SOU UM ARRUMADOR DE PALAVRAS.
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O COLAPSO DO BANCO MASTER

 

No salão dourado, champanhe estourando,

o banqueiro dança, gargalha, brindando.

Com o dinheiro do povo, faz festa de arromba,

enquanto a miséria bate na porta e assombra.

 

Ministros aplaudem, políticos se escondem,

cada discurso é máscara que não responde.

O banco desaba, a fraude escancarada,

mas a culpa, como sempre, é empurrada.

 

E no fim da tragédia, a velha notícia:

o Master quebrado termina em pizza.

O povo sangra, eles seguem rindo,

num país onde o roubo é bem-vindo.

 

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

SP, março de 2026

 

 

 

 

 

 

Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Enviado por Benedito Morais de Carvalho (Benê) em 14/03/2026
Alterado em 08/10/2026
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