Benedito Morais de Carvalho(Benê)
NÃO SOU POETA, SOU UM ARRUMADOR DE PALAVRAS.
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No silêncio que antecede o vento,

há um rumor de séculos guardados,

um sopro que não pertence ao tempo,

mas à lembrança dos astros calados.

 

A humanidade caminha em círculos,

como constelações que se repetem,

mas cada passo deixa um traço invisível

na pele da noite que nunca se esquece.

 

E quando o último olhar se apagar,

não será o fim, mas o início:

pois cada palavra dita em amor

se grava no tecido do infinito.

 

Assim, não somos pó que se desfaz,

somos memória que o cosmo abraça,

um poema uno escrito em silêncio,

que nenhuma estrela jamais esquece.

 

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

 

 

Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Enviado por Benedito Morais de Carvalho (Benê) em 20/04/2026
Alterado em 20/04/2026
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