RODEIO DA CRUELDADE
O couro estala,
não é festa, é ferida.
O riso da plateia
é máscara sobre o grito.
Sedém é sofrimento,
o irracional sangra,
o racional aplaude,
teatro grotesco,
Nó pó da arena,
a brutalidade dança.
Não há arte,
há sangue da crueldade.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)