CRACK E COCA: DROGAS DA MORTE
Na esquina escura, o brilho é veneno,
promessa falsa que prende o destino.
O jovem cai, o sopro é pequeno,
perde-se o riso, dissolve-se o hino.
Crack e coca: correntes pesadas,
traficantes reinam, donos da vida.
As mãos acorrentam almas caladas,
a esperança some, a luz é perdida.
Mundo desperto! Ouve o clamor:
não há futuro no pó que corrói.
Rompe-se a teia, ergue-se o amor,
a juventude é ar que não se destrói.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)