DEMOCRACIA TRAPACEADA
Eu voto errado, eis a minha triste sina,
Tu achas que sabes e cais na confusão.
Ele vende o voto na feira da esquina,
E nós quebramos a cara na eleição.
Eu voto errado, tu discutes no bar,
Ele já tá eleito, sem precisar trabalhar,
Nós quebramos a cara, mais uma vez,
E eles se elegem rindo... até outra vez.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)
SP, setembro de 2026